SuperDB self-hosted: o backend brasileiro no seu servidor
Hoje o SuperDB é um serviço gerenciado: o banco, o login, a API e os arquivos ficam nos nossos servidores, em São Paulo. A versão para instalar num servidor seu está em preparação, sem data. Entre na lista de espera e seja avisado primeiro.
Dois caminhos em estudo
Nenhum dos dois existe ainda. A lista de espera mostra quem quer cada um e para quê, e é isso que decide o que sai primeiro.
Community
O código do SuperDB, sob a licença AGPL-3.0, para instalar com Docker Compose num servidor seu. A ideia é que seja gratuita. Serve para estudar, para projeto pessoal e para quem quer cuidar da própria instalação.
Na sua infraestrutura
Para empresa ou órgão público que precisa dos dados dentro de casa. Conte o seu caso na lista; a gente responde por e-mail. Não há preço, prazo nem SLA definidos: tudo depende do que a lista mostrar.
Entre na lista de espera
Deixe o seu e-mail e conte duas coisas: para que seria o uso e onde você rodaria o SuperDB. Leva meio minuto, e é a resposta que pesa na decisão.
- Você recebe um e-mail quando houver novidade sobre o self-hosted. Nada além disso.
- Marcou empresa ou órgão público? A gente escreve para entender o seu caso.
- Não há data prometida. Se um dia não fizer sentido abrir, você também fica sabendo.
Para sair da lista, escreva para privacidade@superdb.com.br. O que guardamos e por quanto tempo está na política de privacidade.
Pronto, você está na lista.
Quando houver novidade sobre o self-hosted, você recebe o aviso no e-mail que deixou. Obrigado por contar o que você precisa.
Self-hosted dá trabalho
Instalar um backend no seu servidor é a parte rápida. O trabalho é manter funcionando, todo mês. Antes de decidir, vale saber o que entra na conta.
Atualização
O Postgres, o sistema e cada serviço recebem correções de segurança. Alguém precisa aplicar, testar e ter como voltar atrás se algo quebrar.
Backup que restaura
Cópia automática, guardada fora do servidor, e um teste de restauração de tempos em tempos. Backup que nunca foi restaurado é uma aposta.
Certificado e domínio
HTTPS em cada endereço, com renovação automática. E alguém de olho para quando a renovação falhar.
Segurança
Firewall, portas fechadas, acesso ao servidor bem guardado, chaves trocadas de tempos em tempos e atenção aos avisos de vulnerabilidade.
E-mail que chega
Confirmação de cadastro e troca de senha dependem de um serviço de envio, com SPF, DKIM e DMARC configurados. Sem isso, o e-mail cai no spam.
Monitoramento
Saber que caiu antes do seu cliente, acompanhar disco, memória e conexões, e ter alguém para atender o alerta fora do horário.
Enquanto isso: o SuperDB gerenciado
Se o que você precisa é um backend brasileiro sem cuidar de servidor, ele existe hoje.
- Dados no Brasil, em servidores no estado de São Paulo.
- Backup do banco a cada 6 horas, cifrado e com cópia fora do servidor.
- Postgres, sem dialeto próprio. A API do projeto lê as suas tabelas, e a equipe gera o dump completo do banco sob pedido. Os seus dados não ficam presos.
- Plano Grátis, de R$ 0, para começar e testar.
Perguntas frequentes
O SuperDB é open source?
O código do SuperDB é licenciado sob AGPL-3.0, uma licença de código aberto. Mas o repositório ainda é privado: hoje ninguém de fora consegue baixar, ler ou rodar o código. Enquanto isso não mudar, não chamamos o SuperDB de open source.
Quando sai o self-hosted?
Não há data. A lista de espera mostra quantas pessoas querem e para quê, e é isso que decide o formato e a ordem. Quem está na lista é avisado primeiro, por e-mail.
Vai ser grátis?
A ideia é que a Community seja gratuita, com o código sob AGPL-3.0. Para empresa ou órgão público que precisa de contrato e suporte no próprio servidor, preço e condições ainda não existem: vão depender do que a lista mostrar.
Posso começar no gerenciado e levar para o meu servidor depois?
Os seus dados não ficam presos: o banco é Postgres, a API do projeto lê as suas tabelas e a equipe gera o dump completo do banco sob pedido. Hoje não existe um caminho pronto para levar o projeto inteiro, com login e arquivos, para um servidor seu, porque o self-hosted ainda não existe. Se isso pesa na sua decisão, conte na lista de espera.
Por que não está disponível ainda?
Porque publicar o código não basta. Para alguém rodar o SuperDB no próprio servidor, as imagens precisam ser públicas, a instalação e a atualização precisam de documentação testada, e alguém precisa responder quando algo der errado. Hoje a equipe é pequena e cuida primeiro da versão gerenciada. Preferimos dizer isso a abrir uma porta que não leva a lugar nenhum.
A documentação técnica do assunto está em /docs/self-host. A comparação com o Supabase, inclusive o self-hosted dele, está em /comparar/supabase.